segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

A Teoria da Terra Oca.

A exatamente 1 ano atrás postei neste blog sobre a teoria do momento em 2016, a Terra Plana, passado um ano depois daquilo, irei postar outra teoria um tanto mais complexa e curiosa. Diferente da Terra Plana que nega a gravidade é que o mundo seja uma bola, a Terra Oca acredita na gravidade e que o mundo é esférico (Porém Oco).

Terra Oca é uma hipótese que propõe que o planeta Terra possua um interior vazio e habitável. Desde pelo menos o século XVIII que a comunidade científica rejeita esta noção. O conceito de terra oca é um tema recorrente no folclore e enquanto premissa da ficção subterrânea, um sub-género do romance de aventura, de que é exemplo o clássico Viagem ao Centro da Terra. Na atualidade, é também um tema comum em teorias pseudocientíficas e teorias da conspiração.

Pois bem coloque seu chapéu de alumínio (Afinal o governo pode ler suas mentes), pois iremos entende mais uma conspiração.


História.


Várias tribos nativas norte-americanas tinham tradições de que, ao se por, o Sol entrava em um buraco na Terra, se escondia em seu interior durante a noite, e saía do outro lado em um buraco oposto. O povo vivia, inicialmente, em baixo da terra, até que um jovem aventureiro escalou o buraco e, vendo que a superfície era rica e habitável, trouxe seu povo para habitá-la. Por influência dos índios, vários escritores dos Estados Unidos propuseram teorias de terra oca. Mas não foi a Influência dos índios americanos que idealizaram essa teorias.

Edmund Halley acreditava na Terra Oca.
A Teoria da Terra Oca circula pela comunidade científica há alguns séculos, e um de seus primeiros defensores foi Edmund Halley, que lançou sua versão da teoria no século XVII. Halley era fascinado pelo campo magnético do nosso planeta, e percebeu que a direção do campo variava ligeiramente com o tempo, o que o levou a argumentar que isso somente seria possível se existissem vários campos magnéticos. Foi então que o astrônomo concluiu que a Terra era oca, e que ela — para poder explicar as variações no campo magnético — era composta por quatro esferas, uma localizada dentro da outra.

O astrônomo também acreditava que o interior da Terra era habitado e que existia uma atmosfera luminosa lá dentro e, para Halley, as auroras boreais ocorriam quando os gases dessa atmosfera interna escapavam pela crosta terrestre. Com o passar do tempo, outros teóricos acabaram adotando as ideias de Halley, cada um acrescentando suas próprias teorias à ideia original. Entre as ideias que foram surgindo, o matemático suíço Leonhard Euler substituiu a teoria das quatro esferas pela ideia de que existia apenas uma camada oca no interior da Terra. Ela inclusive contaria com um sol de quase mil quilômetros de extensão, que ofereceria luz e calor à civilização avançada que vivia ali. E, mais tarde, o matemático escocês John Leslie propôs a ideia de que existiam dois sóis em vez de apenas um.

John Cleves Symmes propôs, em 10 de abril de 1818, em Saint Louis que a Terra era Oca e habitável em seu interior, sendo formada por várias conchas esféricas concêntricas, com uma abertura no Polo de 12 ou 18 graus. Ele se dispôs a explorar esta abertura, mas não teve sucesso, nas duas vezes que pediu apoio ao Congresso dos Estados Unidos, em 1822 e 1823. Ele morreu em 1829, e em seu túmulo foi gravada uma imagem da terra oca, com a inscrição "Ele defendeu que a Terra é oca e habitável em seu interior".

Em 1826, James McBride, usando o pseudônimo de Cidadão dos Estados Unidos, publicou o livro The Symmes Theory of Concentric Spheres, expondo a teoria de Symmes, com teses e provas. Todos os corpos celestes, desde o Sol até o menor dos meteoros, seriam compostos de esferas, relativamente sólidas e concêntricas, e abertas em seus polos. Cada esfera seria separada da seguinte por fluidos aéreos elásticos, e a iteração entre as esferas e os fluidos seria a causa da gravitação. A Terra seria formada por, pelo menos, cinco esferas, todas com uma atmosfera, abertas nos polos e habitáveis em ambas faces. As esferas interiores seriam iluminadas e teriam calor suficiente para permitir a vida animal e vegetal. A razão da Terra ser oca seria que quase todas estruturas naturais são ocas, desde as sementes de trigo, as penas das aves, os ossos dos animais, e os cabelos da cabeça. A evidência da abertura no Polo Norte seriam os testemunhos de baleeiros e pescadores, que avistam a migração de aves, animais e peixes vindos da zona polar norte; estes estariam vindo de uma região quente e habitável no interior da Terra.

Em 1870, Cyrus Reed Teed propôs sua teoria, chamada de Koreshan Cosmology. A superfície habitável da Terra, onde nós vivemos, não seria o exterior de uma esfera, mas seu interior. Todo o universo teria um diâmetro de 13.000 km. A concha da Terra, formada por metais e minerais, teria 160 km de espessura. No centro desta esfera ficaria o "Sol Central", em torno do qual todo o universo roda, em um período de 24 horas. A concha da esfera teria sete camadas metálicas, cinco minerais e cinco de estratos geológicos. A última camada seria de ouro, e além dela haveria o nada. Dentro da esfera, haveria três atmosferas, a primeira de oxigênio e nitrogênio, a segunda de hidrogênio e a terceira de "aboran". Dentro desta, ficariam a esfera solar, a depois o núcleo estrelado. A Lua e os planetas seriam reflexos do Sol, através de discos de mercúrio na superfície da Terra. Os cometas seriam pequenos pedaços quebrados da esfera solar central. O Sol teria um diâmetro de 160 km, distante 1600 km da superície. Por esta teoria, energia é gerada pela destruição da matéria, e matéria pela destruição da energia. O dia e a noite seriam causados pelas três atmosferas.

Marshall B. Gardner, em 1913, escreveu A Journey to the Earth's Interior, or Have the Poles Really Been Discovered. Por esta teoria, a Terra é uma concha esférica de 1300 km de espessura, com seu centro de gravidade. No interior e no exterior desta esfera há terra e água, sendo a distribuição interior provavelmente o reverso da exterior. Aos oceanos da superfície, como o Atlântico e o Pacífico, correspondem enormes massas terrestres, talvez os continentes perdidos de Atlântida, Lemúria, Pan e Mu. Em cada eixo polar há aberturas de 2300 km de diâmetro, pelas quais a água flui nas duas direções, e pelas quais seria possível marinheiros flutuar ou aviadores voar. Gardner cita versões dos exploradores da região Norte, que relatam fenômenos inexplicáveis. No interior da Terra haveria um segundo Sol, de 1000 km de diâmetro, que teria sido produzido como o centro do redemoinho que formou a Terra pela hipótese nebular. Os demais planetas também seriam ocos, como Marte, e que umas luzes misteriosas que os astrônomos observaram a milhões de km do planeta seriam a luz do sol interior deste planeta. As auroras boreal e austral também seriam a luz do sol interior da Terra, refletida na atmosfera. No interior da Terra haveria um tesouro biológico, com as várias espécies da flora e da fauna, inclusive raças primitivas do homem, que migraram nos milhões de anos.

Habitantes no interior do mundo.

Certo a Terra é Oca e é habitada, mas quem são esses Habitantes? Diversas correntes esotéricas e ufológicas diz quem são osa habitantes do Mundo interior. No século XIX, a descoberta de um mamute na Sibéria serviu de evidência para a teoria, e Marshall Gardner — outro defensor da ideia — dizia que o animal havia se mantido tão bem preservado porque havia morrido recentemente, depois de sair pela abertura no Polo Norte e morrer congelado. Gardner acreditava que outros animais tidos como extintos (Desde os primeiros dinossauros até o Dodô) também viviam livremente no interior do planeta, e que os esquimós e os mongóis eram originários de lá.

A Teoria da Terra Oca também está relacionada com o surgimento de uma seita maluca — a Sociedade Vril —, da qual vários integrantes dos altos escalões do exército nazista faziam parte. Inclusive existe a história de que Hitler teria enviado uma expedição à Antártida para explorar o mundo subterrâneo e descobrir as criaturas que viviam ali — conforme acreditavam os nazistas, elas tinham conhecimento sobre como operar naves e viajar à Lua.

Agora iremos nos aprofundar nas conspirações. Uma das histórias sobre a Terra Oca tem havé com uma super-raça, seres de inacreditáveis poderes que habitam o Interior do Mundo. Tudo começou na Era Vitoriana, quando um escritor chamado Edward Bulwer-Lytton publicou, em 1870, um livro de ficção científica chamado “The Power of the Coming Race”, algo que, em uma tradução livre, seria “O Poder da Raça do Futuro”.

O livro foi um grande sucesso na época e descrevia o interior do nosso planeta como sendo oco e habitado por criaturas alienígenas, que estavam arquitetando uma maneira de sair das profundezas e tomar a superfície terrestre, se livrando de nós, meros humanos. Até aí, tudo bem, afinal a literatura mundial está cheia de histórias como essas, que são consideradas ficção justamente por seu cunho fantasioso.

O problema acontece quando algumas pessoas decidem transformar uma história absurda como essa em seita. Esse tipo de coisa parece ser um prato-cheio para a mente perigosa de indivíduos com bons níveis de argumentação. Tanto é assim que a sociedade secreta Vril teve início antes da Segunda Guerra Mundial, na Alemanha, e é uma das seitas do ocultismo que existem até os dias de hoje.

Os filmes de Indiana Jones ( Os Caçadores da Arca Perdida é a Indiana Jones e a Última Cruzada) não estavam errados quando falaram que Nazistas em plena 2° Grande Guerra perambulavam o mundo em buscar de artefatos misticos para vencer a guerra em questão, (Mas isso fica para um futuro post.)

Voltando ao livro de Lytton, descobrimos que Vril se trata de uma energia, um tipo de fonte de imenso poder, algo parecido com o espinafre do Popeye. As pessoas-aliens que tinham o incrível poder do Vril eram chamadas de Vril-ya e podiam controlar essa energia toda com a mente, estando hábeis a fazer coisas boas e nem tão boas assim.

Entre os membros dessa sociedade secreta bizarra estavam muitas pessoas envolvidas com o nazismo, incluindo o mundialmente odiado Adolf Hitler e outros líderes do partido, como Heinrich Himmler e Hermann Göring. Eles acreditavam que poderiam – e deveriam – dominar o mundo. Alguns relatos afirmam que já foram realizadas escavações absurdas ao redor do planeta por pessoas dessa sociedade, com a finalidade de encontrar possíveis vestígios dos moradores subterrâneos.

Os membros dessa seita sinistra eram adeptos de práticas medonhas que incluíam evocação de espíritos e sacrifícios humanos. Eles acreditavam que era necessário eliminar o maior número de raças possível, a fim de promover a ariana e, literalmente, dominar o mundo. Além de querer exterminar raças, alguns membros eram totalmente contra as outras religiões e chegavam a pregar que o Cristianismo era, na verdade, uma perversão judaica.

Logo a história de Lytton sobre os Vril-ya se misturou com outros mitos, os principais deles, Agartha dos mitos Budistas-Tibetanos. (Da qual e dito por alguns conspiracionistas o por quê dos Alemães e Japoneses formaram uma aliança. Mas isso fica para um futuro post.) é Hiperbórea. Calculando 1+1, os membros da Sociedade Vril acreditavam que tanto Agartha e Hiperbórea apontavam para a mesma direção: Os Arianos do Mundo subterrâneo. Bem sabemos como foi o desfecho da guerra.

E mencionado por algumas correntes ufológicas, principalmente da ufologia mistica, que algumas raças extraterrestres habitam o local (Vide Dossiê Dulce). 

De Teoria a Fantasia.

Com o passar do tempo e com as descobertas que foram ocorrendo ao longo dos anos, a Teoria da Terra Oca acabou se transformando em tema de ficção científica e fantasia. Mesmo existido cavernas profundas, não dar para afirmar que a Terra é Oca. O interior da Terra permanece ativo, com um manto espesso e relativamente sólido, um núcleo externo líquido que gera um campo magnético, e um núcleo interno sólido, composto sobretudo por ferro.

Histórias de ficção onde o herói viaja ao mundo subterrâneo são bem antigas, por exemplo, no mito de Orfeu, que desce ao submundo para resgatar Eurídice, no livro de Dante Alighieri e nas obras de Edgar Allan Poe (Hans Pfaal e Ms. Found in a Bottle) e Júlio Verne “Viagem ao Centro da Terra”, no qual ele descreve a existência de cavernas subterrâneas — e não esferas e sóis — nas quais existiam formas de vida. E o livro de Verne não está completamente errado, afinal, cientistas têm descoberto microrganismos e ecossistemas inteiros capazes de sobreviver por milhares de anos em ambientes desse tipo. Mas a primeira história de ficção onde é retratada uma Terra Oca está na obra de Luís, Barão de Holberg, escrita em 1742. Esta história é uma sátira social, chamada Jornada ao Mundo Subterrâneo.

Estrutura Interna da Terra.

A estrutura interna da Terra é constituída, basicamente, por três camadas:

Crosta - camada superficial sólida que envolve a Terra. Tem, em média, de 30 a 40 km de espessura, mas pode ser bem mais fina ou chegar a até 70 km. Possui duas partes: forma de relevo (superficial) e estruturas geológicas (interna).

Manto - camada viscosa logo abaixo da crosta. É formada por vários tipos de rochas siliciosas ricas em ferro e magnésio, que, devido às altas temperaturas, encontram-se em um estado complexo que mistura materiais fundidos e sólidos e recebe o nome de magma. Vai até os 2900 km de profundidade. É também dividido por duas camadas: O Manto Superior e o Manto Inferior.

Núcleo - é a parte central do planeta. Acredita-se que seja formado por metais como ferro e níquel em altíssimas temperaturas. Possui duas partes:

Núcleo externo: Líquido – de 2900 a 5150 km.

Núcleo interno: Sólido, devido à altíssima pressão – até 6371 km.

Tanto entre a crosta e o manto como entre o manto e o núcleo existem zonas intermediárias de separação, as chamadas descontinuidades. Entre a crosta e o manto há a descontinuidade de Mohorovicic, e entre o manto e o núcleo, existe a descontinuidade de Gutenberg. Os limites dessas camadas são definidos principalmente pela sismologia.

Massa.

A força exercida pela gravidade da Terra pode ser usada para calcular a sua massa. Os astrônomos também podem calcular massa da Terra pela observação do movimento dos satélites em órbita. A densidade média da Terra pode ser determinada através de experiências gravitométricas, que têm historicamente pêndulos envolvidos.

A massa da Terra é de cerca de 6.0×1024 kg. (6 sextilhões de toneladas.)

Esquema do interior da Terra.
  • 1. Crosta Continental. 
  • 2. Crosta Oceânica. 
  • 3. Manto Superior. 
  • 4. Manto Inferior. 
  • 5. Núcleo Externo. 
  • 6. Núcleo Interno. 
  • A: Descontinuidade de Mohorovičić (Moho) - 
  • B: Descontinuidade de Gutenberg (ou de Wiechert-Gutenberg) 
  • C: Descontinuidade de Lehmann - Limite Manto Superior-Inferior (700 km): Descontinuidade de Repetti.

Estrutura.

O interior da Terra, assim como o interior de outros planetas telúricos, é dividido por critérios químicos em:

uma camada externa crosta de silício;
um manto altamente viscoso;
um núcleo que consiste de uma porção sólida envolvida por uma pequena camada líquida. Esta camada líquida dá origem a um campo magnético devido a convecção de seu material, eletricamente condutor.

O material do interior da Terra encontra frequentemente a possibilidade de chegar à superfície, através de erupções vulcânicas e fendas oceânicas.

Muito da superfície terrestre é relativamente novo, tendo menos de 100 milhões de anos; as partes mais velhas da crosta terrestre têm até 4,4 bilhões de anos.

Estrutura Estática.
  1. Atmosfera (0 a -10.000 km).
  2. Crosta (até 40/70 km).
  3. Manto (até 2900 km).
  4. Núcleo externo (líquido - de 2900 a 5150 km).
  5. Núcleo interno (sólido - Até 6371 km).
Estrutura Dinâmica.
  1. Litosfera (até 100km).
  2. Astenosfera (até 400 km).
Núcleo

Tomada por inteiro, a Terra possui aproximadamente seguinte composição em massa:
  1. 34,6% de ferro.
  2. 29,5% de oxigênio.
  3. 15,2% de silício.
  4. 12,7% de magnésio.
  5. 2,4% de níquel.
  6. 1,9% de enxofre.
  7. 0,05% de titânio.
Interior.

O interior da Terra atinge temperaturas de 5.270 K. O calor interno do planeta foi gerado inicialmente durante sua formação, e calor adicional é constantemente gerado pelo decaimento de elementos radioativos como urânio, tório, e potássio. O fluxo de calor do interior para a superfície é pequeno se comparado à energia recebida pelo Sol (a razão é de 1/30000).

Núcleo.

Também chamado de Nife, Centrosfera ou Barisfera e, em planetas como a Terra, dada sua constituição, pode ainda receber o nome de Metalosfera. A massa específica média da Terra é de 5,54 toneladas por metro cúbico, fazendo dela o planeta mais denso no Sistema Solar. Uma vez que a massa específica do material superficial da Terra é apenas cerca de 3 toneladas por metro cúbico, deve-se concluir que materiais mais densos existem nas camadas internas da Terra (devem ter uma densidade de cerca de 8 toneladas por metro cúbico).

Em seus primeiros momentos de existência, há cerca de 4,5 bilhões de anos, a Terra era formada por materiais líquidos ou pastosos, e devido à ação da gravidade os objetos muito densos foram sendo empurrados para o interior do planeta (o processo é conhecido como diferenciação planetária), enquanto que materiais menos densos foram trazidos para a superfície. Como resultado, o núcleo é composto em grande parte por ferro (80%), e de alguma quantidade de níquel e silício. Outros elementos, como o chumbo e o urânio, são muitos raros para serem considerados, ou tendem a se ligar a elementos mais leves, permanecendo então na crosta. O núcleo é dividido em duas partes: o núcleo sólido, interno e com raio de cerca de 1.250 km, e o núcleo líquido, que envolve o primeiro.



O núcleo sólido é composto, segundo se acredita, primariamente por ferro e um pouco de níquel. Alguns argumentam que o núcleo interno pode estar na forma de um único cristal de ferro. Já o núcleo líquido deve ser composto de ferro líquido e níquel líquido (a combinação é chamada NiFe), com traços de outros elementos. Estima-se que realmente seja líquido, pois não tem capacidade de transmitir as ondas sísmicas. (Em Dezembro de 2016 os cientistas descobriram, graças ao Satélites Swarm um rio de Ferro liquído de 420 Km de Largura e está a 3 Mil Km de Profundidade).

A convecção desse núcleo líquido, associada a agitação causada pelo movimento de rotação da Terra, seria responsável por fazer aparecer o campo magnético terrestre, através de um processo conhecido como teoria do dínamo. O núcleo sólido tem temperaturas muito elevadas para manter um campo magnético, mas provavelmente estabiliza o campo magnético gerado pelo núcleo líquido.

Evidências recentes sugerem que o núcleo interno da Terra pode girar mais rápido do que o restante do planeta, a cerca de 2 graus por ano.

Manto.

O manto estende-se desde cerca de 30 km e por uma profundidade de 2900 km. A pressão na parte inferior do mesmo é da ordem de 1,4 milhões de atmosferas. É composto por substâncias ricas em ferro e magnésio. Também apresenta características físicas diferentes da crosta. O material de que é composto o manto pode apresentar-se no estado sólido ou como uma pasta viscosa, em virtude das pressões elevadas. Porém, ao contrário do que se possa imaginar, a tendência em áreas de alta pressão é que as rochas mantenham-se sólidas, pois assim ocupam menos espaço físico do que os líquidos. Além disso, a constituição dos materiais de cada camada do manto tem seu papel na determinação do estado físico local. (O núcleo interno da Terra é sólido porque, apesar das imensas temperaturas, está sujeito a pressões tão elevadas que os átomos ficam compactados; as forças de repulsão entre os átomos são vencidas pela pressão externa, e a substância acaba se tornando sólida; estima-se que esta pressão seja algo em torno de 3,5 milhões de atmosferas)

A viscosidade no manto superior (astenosfera) varia entre 1021 a 1024 pascal segundo, dependendo da profundidade. Portanto, o manto superior pode deslocar-se vagarosamente. As temperaturas do manto variam de 100 graus Celsius (na parte que faz interface com a crosta) até 3500 graus Celsius (na parte que faz interface com o núcleo).

Crosta.

A crosta que forma a maior parte da litosfera. Em alguns lugares chega a atingir 90 km, mas geralmente estende-se por aproximadamente 30 km de profundidade. É composta basicamente por silicatos de alumínio, sendo por isso também chamada de Sial. A fronteira entre manto e crosta envolve dois eventos físicos distintos. O primeiro é a descontinuidade de Mohorovicic que ocorre em virtude da diferença de composição entre camadas rochosas. O segundo evento é uma descontinuidade química que foi observada a partir da obdução de partes da crosta oceânica.

A crosta é a camada mais externa que constitui a superfície da Terra. A crosta continental tem cerca de 40 km de profundidade, enquanto que a crosta oceânica tem cerca de 7 km de profundidade.

Bem qual outra teoria de Terra alguma coisa irei destrinchar?!

Fontes.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Terra

https://pt.wikipedia.org/wiki/Estrutura_interna_da_Terra

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2016/12/1844052-o-misterioso-rio-de-ferro-liquido-descoberto-no-centro-da-terra.shtml

http://www.bbc.com/portuguese/geral-38415056

https://pt.wikipedia.org/wiki/Edmond_Halley

https://pt.wikipedia.org/wiki/Terra_oca

https://pt.wikipedia.org/wiki/Hiperb%C3%B3rea

https://pt.wikipedia.org/wiki/Agartha

http://www.curaeascensao.com.br/gaiaterra_arquivos/gaiaterra50.html

http://www.megacurioso.com.br/bizarro/37495-voce-ja-ouviu-falar-sobre-a-bizarra-teoria-da-terra-oca-.htm

http://www.megacurioso.com.br/historias-macabras/36502-voce-ja-ouviu-falar-da-assustadora-sociedade-secreta-vril-.htm

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